Ver! I.M.C.M - Igreja Missionária Comunidade Maanaim: O PROJETO INTELIGENTE - Ateísmo (Parte 3)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O PROJETO INTELIGENTE - Ateísmo (Parte 3)































O PROJETO INTELIGENTE





As flores, os rios, os campos, as montanhas tomadas pela neve, os pássaros que cantam e dançam numa melodiosa maneira de ser; a chuva, o sol, o mar que sorri entre as rochas, e o homem; são todas expressões belas e inteligentes, tão poéticas quanto científicas, e que apontam para um criador que precisa ser, além de poeta, o ser mais inteligente e poderoso que pode existir.



Há alguns argumentos que apontam para estas características de Deus peculiarmente interessantes, pois evidenciam que o Universo não existe por acaso, mas que foi projetado “sob medida” por alguém que tinha um propósito com isso.



Stephen Hawking, conceituado físico da atualidade, afirmou que “se a taxa de expansão do Universo, um segundo depois do big-bang, tivesse sido menor, ainda que na proporção de uma unidade em cem milhões, teria revertido ao colapso antes de atingir o tamanho atual”.



Se a força nuclear forte, na ocasião do Big Bang, tivesse sido menos intensa, ainda que ligeiramente, teríamos apenas hidrogênio no Universo. Se fosse ligeiramente mais forte, teríamos apenas hélio.



Se a luz não tivesse a velocidade exata que possui (299.792.458 m/s), não haveria vida na terra. Se os níveis de vapor d’água na atmosfera fossem maiores que são agora, um efeito estufa faria a temperatura subir a um nível muito alto, e a vida na Terra seria impossível. Se fossem menores, um efeito estufa insuficiente faria a Terra ficar fria demais para a vida.



Se a rotação da Terra durasse mais que 24 horas, as diferenças de temperatura seriam grandes demais entre a noite e o dia. A inclinação de 23 graus do eixo da Terra é exata, e se fosse alterada levemente, a vida na Terra se inviabilizaria, por causa das enormes variações de temperatura.



Há inúmeras outras variantes que mostram a exatidão dos acontecimentos que deram origem ao Universo, bem como a perfeição da criação do nosso planeta e a disposição planejada dos astros em nosso sistema solar (se não estivesse do jeito em que está disposto, a Terra já teria sido bombardeada por enormes meteoros do espaço, e assim não haveria vida).



O astrofísico Hugh Ross calculou a probabilidade de que estas e outras constantes, que somam 122, pudessem existir hoje em qualquer outro planeta do Universo. Uma vez que, teoricamente, existem 10 elevado a 22 planetas no Universo, a probabilidade é muito interessante, pois é de 10 elevado a 138. Ou seja, 1 seguido por 138 zeros. Ou seja, era totalmente impossível, impraticável e completamente inviável que existisse vida. Mas aqui estamos!



Stephen Hawking disse certa vez a este respeito: “Acho que existem claras implicações religiosas”. Os astrofísicos estão cada vez mais convencidos de que um Universo originado do acaso, e que gera vida no acaso é um total absurdo.



Seria como se um turista desinformado desse de cara com o monte Rushmore (aquele com os rostos dos presidentes), nos EUA, e dissesse: “Nossa, que bela manifestação do acaso deu origem a estes rostos perfeitamente esculpidos? Bom, provavelmente foi a erosão.” Ou se alguém encontrasse em sua mesa um prato com uma sopa de letrinhas, e na sopa, escrito: “Te amo!” É óbvio que esta pessoa não imaginaria que foi o acaso que gerou tal frase inteligente, mas sim que alguém inteligente lhe deixou tal mensagem.



Assim é a Terra, o Universo, e tudo o que conhecemos. Há uma mensagem na criação, e esta mensagem nos diz que fomos criados por um ser inteligente.



Imagine se você encontrasse em sua porta um belo e confeitado bolo de chocolate. O que você imaginaria? “Nossa! Deve ter acontecido um acidente nesta rua, entre um caminhão que levava trigo, açúcar, ovos, chocolate, leite e outras coisas. Acho que o acidente deve ter feito com que estes componentes, aleatoriamente gerassem este belo bolo e o feito cair bem na minha porta!” Ou você simplesmente diria: “Quem será que deixou este bolo aqui?”. Infelizmente muitos preferem ir pela primeira “hipótese”.



A inteligência da criação aponta para um criador inteligente. A imensidão do Universo aponta para um criador que é infinitamente poderoso. O fato deste criador ser eterno, pois não teve início, e com inteligência e poder numa proporção inconcebível, implica que, comparado a nós, ele é um ser infinito. É infinito pois não tem limite a sua existência, tampouco seu poder, como notamos na sua criação do universo. Veja, caro amigo, se ele é inteligente e poderoso, e deixou marcas de si mesmo na sua criação, então ele é um ser pessoal, não impessoal. Se é infinito, não podem haver dois seres infinitos, pois assim implicariam limites, portanto, só pode existir um, e não dois, ou mais, “deuses”. Apenas um criador: Deus.



Veja, se me perguntassem: Você crê na existência de Deus? Eu diria: Não! Eu conheço a sua existência! Deus existe!

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