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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O ERRO DE DARWIN - Ateísmo (Parte 4)

O ERRO DE DARWIN





Observando as diferenças e similaridades entre inúmeros animais, Charles Darwin desenvolveu sua Teoria da Evolução. Cria que todos os seres vivos haviam evoluído de um único ser, e que era simples. Toda a sua teoria fundamentou-se em observações limitadas, pois não possuía em mãos os recursos que hoje dispomos.



Michael Behe, professor de Bioquímica, escreveu um livro chamado “A caixa preta de Darwin: o desafio da bioquímica à teoria da evolução”. Neste livro ele chama a atenção para o fato de que a célula, como uma máquina molecular pequena, é complexamente dotada de inúmeras funcionalidades, e que na época de Darwin, não havia sido sequer observada. Como na teoria da evolução os órgãos atuais haveriam evoluído de órgãos menos evoluídos, o que dizer da célula? A célula é irredutível, diz Behe, pois todas as suas partes são insubstituíveis, e devem funcionar nos lugares certos e da forma certa. Não é possível ter células menos evoluídas.



Veja que células diferentes são possíveis, ele afirma, porém, com as mesmas funcionalidades básicas operantes. Da mesma forma que um motor de carro, a célula precisa de suas engrenagens. Um motor precisa de pistões, válvulas, o sistema de refrigeração, e inúmeras outras partes que são imprescindíveis. Tirar um destes fará com que o motor não funcione. Assim também é com a célula.



As células são desenhadas pelo código genético, a qual são constituídas pelo jogo das quatro letrinhas “A,T,C e G”. Dentro de uma única célula humana existem cerca de 3 bilhões de pares destas letras. Veja que o seu corpo possui trilhões de células, e a cada segundo, milhões de novas células são formadas. A complexidade é tanta, que qualquer coisa mais simples inviabilizaria a vida. A irredutibilidade da célula, defendida por Behe, é um golpe certeiro na teoria de Darwin.



Segundo Darwin, um ser simples, com estrutura celular simples teria dado origem a toda a vida que hoje conhecemos, porém, como hoje se vê, não há vida simples. Há, inclusive, provas de animais e insetos que hoje estão em extinção, e que teoricamente teriam vivido há milhões de anos atrás, porém, que já possuíam organismos tão elaborados e complexos quanto os de hoje.



A teoria da evolução possui falhas expressivas, a qual têm afastado inúmeros intelectuais e pesquisadores. A teoria de que um ser vivo, sob o processo de mutações contínuas se transforme em um ser vivo diferente, é apenas possível desde que este ser vivo seja da mesma espécie. Um cachorro dar a luz a um cachorro diferente é possível, porém jamais a uma nova raça de animais nunca vista. Seres humanos existem das mais diferentes formas e tamanhos: brancos, negros, pardos, amarelos, com olhos castanhos, olhos negros, azuis, verdes, cabelos loiros, ruivos, etc. Isto se dá pela mutação adaptativa, e que se refere à adaptação do ser vivo ao seu ambiente, também chamada de microevolução. A macroevolução, no entanto, a qual teoriza que um ser pode evoluir e originar um ser de uma espécie nova, nunca foi provada.



A teoria da macroevolução nunca foi sequer observada. O que Darwin fez, foi observar a microevolução, e assim criar a macroevolução, e que é uma bela estória para criança dormir.



Não existe vida simples, pois toda a vida é complexa e irredutível. Não há provas da macroevolução, pelo contrário, o que há são provas de que ela não é possível. Provas de que a vida surgiu sem precedentes, como se tivessem sido criadas, complexas por natureza, e que apontam para um criador, um projetista Onipotente, Deus.

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