Ver! I.M.C.M - Igreja Missionária Comunidade Maanaim: DESCOBERTA DESCONCERTANTE - Ateísmo (Parte 1)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

DESCOBERTA DESCONCERTANTE - Ateísmo (Parte 1)





































Em 1916 Albert Einstein não estava gostando do rumo que seus estudos o levavam. Se seus cálculos estavam corretos, sua teoria da relatividade geral provava que o universo não era, segundo o que ele mesmo cria, eterno, mas sim que possuía um início definido. Segundo suas próprias palavras, sua descoberta era “irritante”.





Em 1919, o cosmólogo britânico Arthur Eddington comprovou a teoria da relatividade com um experimento durante um eclipse solar, confirmando que o universo não é estático, mas que teve um início. Mais tarde afirmou que a idéia de um universo com uma origem lhe era “repugnante”, e que seria melhor se tivesse encontrado um “genuíno buraco”.



Já em 1927, o astrônomo Edwin Hubble, por meio de seu telescópio de 100 polegadas, observou um “desvio para o vermelho” na luz de todas as galáxias observáveis, o que significa que as galáxias estão, todas, se afastando de nós. Esta evidência baseada em observação confirmou a teoria de Einstein, gerando assim um maior desconforto na comunidade científica que ainda preferia crer num universo eterno. O Universo parecia estar em expansão de um único ponto no passado distante.



Einstein sabia o que esta descoberta implicava, e embora não quisesse se posicionar teologicamente (ou religiosamente), certa vez afirmou que queria: “saber como Deus havia criado o mundo. Não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Quero conhecer os pensamentos de Deus; o resto são detalhes”.



Uma vez que o universo teve um início, precisa necessariamente ter uma causa. Não há efeito sem causa. Uma massa inerte tende a ficar eternamente inerte, até que uma força externa seja exercida sobre esta massa. A pergunta é: que força foi esta, exercida sobre aquela massa primária, que era infinitamente densa, e que deu origem ao universo a qual hoje conhecemos?



A teoria da relatividade e o Big Bang são fatos científicos, descobertos por cientistas sem qualquer pretensão religiosa, sendo alguns inclusive ateus, mas que não podem negar as evidências encontradas.



Como disse o declarado agnóstico, astrônomo Robert Jastrow: “Agora vemos como a evidência astronômica leva a uma visão bíblica da origem do mundo. Os detalhes divergem, mas os elementos essenciais presentes tanto nos relatos astronômicos quanto na narração do Gênesis são os mesmos: a cadeia de fatos que culminou com o homem começou repentinamente e num momento preciso no tempo, num flash de luz e energia”.

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